quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Zubeida - Abominação


Zubeida - abominação

    Séculos atrás, um Peregrino Silencioso começou a longa e quase impossível tarefa de unir as diferentes tribos da África.
    Sua busca em conseguir uma forma de unificação teve sucesso inicialmente - e uma oposição imediata. Suas batalhas contra os magos da Etiópia e contra as criaturas da Wyrm no Saara são lendárias, mas nenhum landa fala de sua batalha contra os Membros do Egito.
     Zubeida nunca teve uma chance de vitória, e seus esforços quixotescos terminaram com ela sendo abraçada na sombra da Esfinge.
    Por muitos séculos ela serviu a seus mestres setitas, ligada a eles em virtude de seus poderes mentais, do sangue e de corrupção.
    Somente depois que a Mão Negra destruiu o templo que a controlava, Zubeida sentiu seu livre arbítrio fluir mais uma vez por seus braços e pernas - e ela então rasgou seus próprios intestinos.
    A Mão Negra impediu sua destruição, e por décadas a seita trabalhou de modo a dar fim a seu desejo de suicídio. Eles não tiveram sucesso completo, e constantemente a vigiam em busca de sinais de recaída na depressão e angústia. Contudo, ela serve a Mão Negra de livre vontade, acreditando que isso faz algum bem. Se a vigilância fosse um pouco relaxada, ela se estriparia novamente. Até que esta noite chegue, ela executa missões com extremo desleixo, procurando por sua própria morte nas mãos de terceiros. Ela acredita que alguma presença maligna está agora caçando  e matando todas as outras abominações, e Zubeida procura esta presença maligna todas as noites.

Dirty Secrets of Black Hand - pág 120

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